Amaro Freitas + Hadar Noiberg

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Data / Hora
Date(s) - 24/08/2017
9:00 pm - 11:00 pm

Localização
Sesc Pompéia

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Nas mãos do pernambucano Amaro Freitas, frevo, maracatu, samba e outros ritmos brasileiros aparecem desconstruídos e se transformam em jazz. Em seu primeiro álbum, Sangue Negro (2016), esse pianista de 26 anos nascido no Recife brinca com referências culturais locais de maneira espirituosa como em Subindo o Morro, um frevo em compasso de balada pois, ladeira acima, como sugere o título, quem é que aguenta manter o passo acelerado? Influências de conterrâneos como Capiba e Spok Frevo Orquestra— artistas com quem Freitas aprendeu que era possível alterar a estrutura de frevo e maracatu —, além de Charles MingusJoão Donato, Tom Jobim e Gonzalo Rubalcaba, passam pela formação do jovem instrumentista, que começou a tocar bateria aos 10 anos, nos cultos da igreja evangélica frequentada por sua família, até que o pai, músico autodidata, sugeriu que ele aderisse ao teclado. De hinos gospel, Freitasenveredou por palcos de bares recifenses, interpretando até sertanejo para poder viver de música e dedicar-se à sua verdadeira paixão: o jazz.

Amaro Freitas (piano), Hugo Medeiros (bateria), Jean Elton (baixo).

Nascida em Israel e radicada em Nova York, a flautista Hadar Noiberg promove o encontro dessas duas culturas ao sintetizar improvisações de jazz, harmonias ocidentais e andamentos com inspirações orientais, numa reunião inovadora que lhe rende elogios da crítica especializada desde 2010, ano em que ela lançou seu primeiro trabalho solo, Journey Back Home. Hadar iniciou-se na flauta aos 6 anos e teve uma formação musical clássica, inspirada pelas tradições israelenses. “Meus pais gostavam de danças e canções folclóricas, e eu adorava acompanhá-los nesses espetáculos. Mas só percebi o quanto isso me influenciou anos depois”, recorda ela. Na adolescência, a curiosidade a levou a explorar funk, choro e ritmos latinos, até os 21 anos, quando trocou Tel Aviv por Nova York, onde sua diversidade musical destacou-se no cenário de jazz. Em seu segundo álbum, From the Ground Up, a israelense aprofunda suas investigações numa fusão de jazz e world music:“From the Ground significa ter um senso profundo de sua origem, como uma árvore velha, com suas raízes profundas na terra e seus galhos verdes chegando ao céu”, compara. “Acredito que a música tem a função de empoderar as pessoas. Pelo menos é o que desejo quando estou tocando e sinto o público conectado a mim pelos sons”, descreve a flautista. “Para mim, são muito mais do que apenas notas musicais. Com a música, quero construir pontes entre as pessoas e trazer mais amor para este mundo.”

O show de Hadar Noiberg tem o apoio do Consulado Geral de Israel.

Hadar Noiberg (flauta), Amir Bar Akiva (bateria), Eduardo Belo (baixo)

Vendas limitadas a 4 ingressos por pessoa.

Local: Teatro*

*O Teatro do Sesc Pompeia possui duas plateias (lados par e ímpar) e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência nas galerias, de menores de 12 anos, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis.

 

Valores:

  • R$ 12,00
  • R$ 20,00
  • R$ 40,00

Venda online desde
03/08/2017 15:00

À venda nas unidades desde
04/08/2017 17:00

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Bruna Salles

Mulher Preta de duas cabeças. Na de dar Assistência ao Social, me encantei pela Articulação Cultural e cá estamos: Co-Fundadora e Coordenadora de Comunicação da Agenda Preta.

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