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Date(s) - 12/03/2016 - 03/04/2016
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A partir de ritos de morte do candomblé do Recôncavo Baiano, a performe Ana Beatriz Almeida desenvolve rituais de passagem para duas personalidades vítimas de tortura durante a ditadura militar no Brasil: João Breno, líder operário da maior ação não-violenta do período – a greve na Fábrica de Perus, e Helenira Nazareth, estudante negra que abandonou o curso de Letras na USP para aderir à luta armada no Araguaia.

Guiado por uma lógica que entende a terra como origem da morte e do renascimento, e as águas enquanto veículo entre o visível e o invisível, o público é levado a percorrer um trajeto composto por três fases, conectadas por um ambiente em comum que pode ser interpretado de duas formas: o mar (calunga grande) ou uma representação da vala comum (Fábrica de Perus), a alienação (uma sala de tv) e a resistência armada (ambiente rural).

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Entre sensorialidades, fotografia e videoarte, o público é introduzido no universo simbólico da morte na cultura afro-brasileira.

Criação e concepção: Ana Beatriz Almeida
Direção de expografia: Wolfgang Pannek
Vídeo: Luara del Chiavon
Máscaras: Thiago Consp
Concepção musical: Levi de Souza e Babalorisa Francisco de Osum

Local: Viveiro de Plantas

Comentários

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Bruna Salles

Mulher Preta de duas cabeças. Na de dar Assistência ao Social, me encantei pela Articulação Cultural e cá estamos: Co-Fundadora e Coordenadora de Comunicação da Agenda Preta.

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